HISTÓRIA

Estávamos todos na busca, entramos no fluxo do movimento mundial das Danças Circulares e começamos a dançar juntos.

IMG_4393Esse fluxo nos atraiu por meio de várias pessoas e nos conectou a muitas rodas. Fomos incluídos e nos incluímos nele.

Cada um de nós, foi entrando por um lugar diferente mas num tempo sincrônico.

Somos imensamente gratos a Dea Melo e Esperança Alves por ter iniciado em Belém a prática da roda aberta a comunidade e trazido as primeiras oficinas com focalizadores convidados.

Em 2007 um bom grupo de dançarinos, da Roda de Hera e de educadores, servidores públicos que praticavam as danças circulares em ações governamentais por uma Cultura de Paz, desenhou o projeto do Instituto Ocara, depois de muitas conversas. Pensava-se nele como uma organização não-governamental. Um lugar onde as artes fossem a via de acesso a beleza do humano, na construção da educação relacional.

A complexidade de demandas para formalizá-lo institucionalmente, os altos custos financeiros destas inúmeras providências, a escassez de tempo dos interessados, todos profissionais com atividades cotidianas muito absorventes, foi adiando a conclusão desses encaminhamentos.

Até que descobrimos que, por não termos interesses financeiros, para continuar dançando com a comunidade não precisaríamos tornar o simples tão complexo. Percebemos que não era necessário realizar com urgência a institucionalização pois nos mantínhamos trabalhando e realizando mesmo sem ela.
Necessitávamos sim exercitar nossa capacidade para articular parcerias, para estabelecer trocas, para mobilizar pessoas. O que tornou o trabalho um imenso prazer.

Nossas ações são abertas à comunidade sem ônus financeiro para o público.

As Oficinas, que geram despesas, tem os custos financeiros rateados pelos participantes e o pequeno saldo é canalizado para a sustentação do movimento, com prestação de contas. Temos todos os equipamentos necessários para a realização das rodas abertas, além das condições para que estes eventos tornem-se acessíveis aos que tem recursos financeiros ou não, em função desta forma de gerir.

Nessa caminhada, muitos do grupo original tomaram outros rumos, por belos motivos certamente. A eles somos eternamente gratos pois seu impulso inicial foi determinante para tudo de bom que acontece até hoje. Muitos ainda dançam. Outros ainda apoiam de outras formas.

E ficou um núcleo que permanece até hoje. Sempre aberto aos que chegam e se agregam pela afinidade de propósitos.

Depois de um tempo vislumbramos a Comunicação Não-Violenta como preciosa alternativa para “dançar” no cotidiano e realizar conexão humana. Foi quando incluímos, apaixonados este exercício em nossa Vida. Deste exercício está nascendo o EnCantando…  Aguardem! Será mais um belo motivo para estarmos juntos!

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